Aceleração e consistência da inovação na Indústria 4.0

Indústria 4.0

Quando se trata de projetos ou investimentos em novas tecnologias, muitos líderes industriais ainda têm dúvidas na hora de decidir sobre qual caminho seguir na jornada da Indústria 4.0.

Tanto é assim que esse tema já ganhou corpo e conceitos. O dilema, basicamente, é: devo buscar inovações que tragam melhorias incrementais a algo que já tenho ou o melhor é procurar uma abordagem mais disruptiva, transformando completamente o processo atual?

Na dúvida, muitas companhias estão incorporando um novo modelo de gestão, que equilibra a busca por eficiência operacional e a inovação. Essa abordagem foi batizada de “ambidestra” e se refere à capacidade de se trabalhar com as duas mãos, ou seja, manter funcionando e otimizando o que está vigente sem perder o apetite por iniciativas mais inovadoras.

Essa tendência de equilibrar a aceleração e a consistência dos processos incrementais vem ganhando espaço e pode ser incorporada em diferentes modalidades:

  • Estrutural – Cada equipe possui seu próprio modelo de gestão e, posteriormente, quando os processos inovadores estiverem consolidados, eles serão integrados à empresa como um todo.
  • Cíclica – Uma única equipe trabalha focada em inovação durante um período determinado, depois muda o foco para a excelência operacional durante outro período definido. Em seguida volta a desenvolver processos inovadores e assim por diante.
  • Simultânea – Os processos de inovação e de excelência operacional acontecem ao mesmo tempo na empresa toda sem dividir a equipe.

A boa notícia é que percorrer um desses caminhos não exclui a possibilidade de também conduzir projetos na outra vertente. Aliás, a capacidade de acomodar inovações transformacionais e incrementais dentro de ciclos de projetos inovadores representa uma forte tendência.

Aplicando o conceito na indústria

Conciliar a cultura de inovação e a excelência operacional, duas operações aparentemente antagônicas, é um grande desafio. Isso porque a mentalidade inovadora tem como base a liberdade e a experimentação, ao passo que a empresa tradicional deve se pautar em normas mais rígidas para manter o padrão de produtividade. Assim, a integração das diferentes equipes e o desafio de gerir esta dinâmica de forma eficiente passa necessariamente pela transformação da cultura organizacional.

Ou seja, para que esta divisão estratégica de forças seja bem sucedida, tornando os processos mais dinâmicos e desenvolvendo novas possibilidades para o negócio, é preciso que os colaboradores estejam em linha com os valores da empresa e engajados na busca da melhoria contínua.

Para acompanhar o movimento dessa transição e alcançar o equilíbrio entre as novas necessidades da sua empresa, é muito importante poder contar com um suporte contínuo e especializado em cada etapa da sua jornada.

Assim a busca por um modelo que equilibra aceleração e consistência na Indústria 4.0 passa não só pelo exposto acima, como também, necessita do apoio de especialistas na aplicação de soluções em Inteligência Artificial. Você já pensou em aplicar esses conceitos em sua indústria? Se sim, quais seriam os desafios e oportunidades?

Para saber mais, entre em contato conosco!